Com bastante esforço ela conseguiu silenciar o seu grito, menos acalmar seu coração que neste momento, entrava em completo desespero. Ela voltou a se deitar em sua cama, cobrindo-se até a altura de seus ombros, fechou os seus olhos desejando dormir mas depois conseguir acordar daquele pesadelo que vivia. Seu corpo tremia mas não de frio, e sim pelo fato de que a dor se tornara forte demais para sua pequena eu continuar sustentando sozinha. Não haviam mãos estendidas esperando que ela pegasse, não havia sorrisos reconfortantes e muito menos um ombro amigo para que ela pudesse chorar e desabafar. De todas as pessoas que ela conhecera, poucas eram aquelas que realmente se preocupavam.